terça-feira, 30 de setembro de 2014

Sino dos Pireneus


Quando nos Pireneus a tarde morre
e o sol se esconde por detrás da serrania
Na capelinha lá no alto do monte em voz dorida
todo sentida, soluça o sino, Ave Maria.

Quanta amargura eu sinto n'alma
ao ouvir-te, ó sino, com tal voz assim chorar
E até me faz pensar que também sofres
como eu tanta saudade de um amor que já morreu.

Letra: Aquino Corrêa. Música: Sebastião Pompêo de Pina Filho (Tãozico Pompêo)

Pirenópolis: por que ir?

Pirenópolis já encantava os turistas antes mesmo de ser apresentada ao Brasil como a cidade dos "Dois filhos de Francisco". Terra natal da dupla sertaneja Zezé Di Camargo & Luciano e cenário do filme que conta a trajetória dos músicos, a pequena Piri é famosa pelo preservado casario colonial e pelas singelas igrejinhas espalhadas por ladeiras e ruas de pedra. Nos arredores, a cidade esconde reservas ecológicas repletas de cachoeiras perfeitas para banhos ou prática de atividades como o rapel.

Tem ainda trilhas para caminhadas que levam aos mirantes naturais da Serra dos Pireneus; rios para a prática de rafting e bóia-cross; e fazendas históricas, como a Babilônia, que guardam memórias e lembranças do século 18.

Com boa infraestrutura de hospedagem e serviços, Pirenópolis tem movimento constante nos finais de semana.  Mas a cidade fica lotada, de verdade mesmo, é durante as comemorações da Festa do Divino, considerada uma das manifestações folclóricas mais bonitas do Brasil.

São três dias de evento, sendo a Cavalhada o ponto alto dos festejos - trata-se de uma encenação onde os cavaleiros revivem lutas medievais envolvendo mouros e cristãos. A festa tem data móvel e acontece 45 dias depois da Páscoa.  

Fonte: texto do site Férias Brasil

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

A tradição revivida sempre

Existe um ditado popular que diz: “aquilo que não se usa, atrofia”. Então penso que devemos reviver mais as tradições de nossa terra. Ouço sempre os pirenopolinos reclamarem que isso ou aquilo acabou, que não foi apresentado na ocasião tal. Mas poucos se dispõem a pôr a mão da nassa e trabalhar por soluções. Outro dia, uma senhora que é musicista, reclamou para mim (por que eu?!) que a cadência da Banda de Couro está mudada, que na sua infância tocava-se diferente. Tive vontade de perguntar o porquê de ela mesma não treinar os meninos que tocam na “bandinha”.

Essas preocupações de alguns são também minhas. Por ser nossa cidade um ponto turístico, constantemente convivemos com diferentes manifestações culturais alienígenas. Então temos que resguardar o que é nosso, sob pena de não termos no futuro o pouco que nos restou de autêntico.

Volto então ao ditado: “aquilo que não se usa, atrofia”. Se queremos que nosso folclore sobreviva aos vendavais destes tempos modernos, então temos que ressaltá-lo, dar a ele a importância devida. Vou exemplificar: por que só apresentamos a congada, a contradança, o congo etc., por ocasião da Festa do Divino? Podemos organizar eventos mensais com tocatas na porta da igreja com a Fênix e a Banda de Couro, com a meninada da contradança e seus malabarismos com fita etc. As missas solenes podem ser celebradas sem nenhum motivo especial, só para termos o prazer de ouvir o Coro Senhora do Rosário em ação e, obviamente, para estimular a permanência de sua atividade.

Tantas e tantas tradições podem ser revividas e fomentadas. Isso requer um projeto, é certo, pois essa gente tem que ser remunerada, mas tenho certeza de que não faltará verba para custear um sonho dessa grandeza.

A maioria das manifestações folclóricas pirenopolinas é apresentada na época da Festa do Divino. Então começa uma corrida para formar turmas que queiram participar disso ou daquilo. Quase não tivemos a Banda de Couro este ano por falta de compromisso de seus integrantes, queriam a certeza de receber pagamento. E não estão errados, pois se uns ganham, todos têm que ganhar. Dentro do projeto que quero levar adiante, as equipes já ficam formadas e recebem por atividade executada. Desta forma, quando chegar a festa, as apresentações não ficarão vinculadas à liberação de verba pública.

Essa ideia ainda está em amadurecimento. Aceito sugestões sobre o assunto.

Adriano Curado

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Plano Diretor

A Prefeitura Municipal de Pirenópolis disponibilizou no site oficial a minuta do novo Plano Diretor do Município. Creio que é saudável a leitura de todo o documento, para assim se chegar a uma conclusão sobre o real alcance das modificações.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Coleta de lixo

Fique atento para os dias e horários da coleta de lixo no seu bairro.
Eventualmente os horários poderão sofrer alterações. Em casos pontuais, como nas segundas-feiras, devido à maior produção de lixo nos finais de semana, assim como em dias posteriores a feriados; e ocorrências de intempéries (chuvas) ou problemas técnicos. 

Contatos para opiniões e reclamações: pelo telefone: (62) 3331-2334, ou pelo e-mail: comunicacao@pirenopolis.go.gov.br.

CRONOGRAMA DE COLETA DE LIXO – PIRENÓPOLIS
DIAS DA COLETABAIRROHORÁRIO
Segunda à sexta-feiraBairro Santa Luzia6h20 às 6h50
Segunda à sexta-feiraCentro Histórico7h05 às 8h20
Segunda à sexta-feiraBairro Estrela D’Alva8h30 às 8h50
Segunda à sexta-feiraMorro Santa Bárbara9h20 às 10h10
Segunda à sexta-feiraJardim Santa Bárbara10h15 às 11h10
Segunda à sexta-feiraVila João Figueiredo15h15 às 11h30
Segunda à sexta-feiraVila Mutirão11h35 às 12h30
Segunda à sexta-feiraJardim Pireneus12h30 às 13h10
Segunda à sexta-feiraBonfim – Centro6h15 às 7h20
Segunda à sexta-feiraSetor Meia Ponte7h20 às 8h
Segunda à sexta-feiraPratinha8h30 às 9h15
Segunda, quarta e sexta-feiraVila Couro e Neco Mendonça9h15 às 9h50
Segunda à sexta-feiraVila Matutina10h10 às 10h5
Segunda à sexta-feiraBairro do Carmo10h50 às 11h30
Segunda à sexta-feiraBairro Alto Lapa – Centro11h35 às 12h40
Terça e quinta-feiraJardim Taquaral12h40 às 13h10
Segunda à sexta-feiraVila Marília, Vila Cintra e Vila Teodoro13h10 às 13h40
Segunda, quarta e sexta-feiraVila Boa10h30 às 11h
Terça e quinta-feiraJardim Brasília11h às 12h
Segunda, quarta e sexta-feiraSetor Boa Vista13h às 13h30
Sábado e domingoCento Histórico7h às 10h

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Pirenópolis, o berço das Filhas de Jesus no Brasil

A Congregação das Filhas de Jesus chegou ao Brasil, exatamente 40 anos depois de ter sido fundada na Espanha. Em terras brasileiras, encontrou, em Pirenópolis (GO), o berço para sua fundação. A primeira expedição das irmãs aportou em 17 de outubro de 1911, em Santos.
Os mais de 20 dias de viagem, enfrentando todo tipo de adversidades no interior brasileiro, acabaram ao chegarem à cidade goiana em 7 de novembro de 1911. A cidade de Pirenópolis é, então, o solo fértil para a semente da Congregação nas Américas. Entre seus casarões e natureza exorbitante, ainda guarda a ‘relíquia’ do primeiro colégio das Filhas de Jesus.

De Goiás para São Paulo. De Pirenópolis para Mogi Mirim. A notícia da fundação de um segundo colégio das Filhas de Jesus enche de alegria Cândida Maria de Jesus. Em carta enviada a Dom José Cadena y Eleta, bispo de Vitória, capital de Álava, da Província de Vascônia, na Espanha, a madre fundadora expressa sua felicidade ao informar que aceitaram o desafio e estavam prontas para partir. ‘Já aceitamos o cremos que será logo, pois pedem que se responda com urgência.’

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Pirenópolis: história e cultura pulsam no coração do Brasil

Pulsando forte bem no centro do País, exatos 200km de Brasília, está a secular Pirenópolis, um tesouro da memória nacional que dosa história e tradição cultural em casarões coloniais bem preservados e festas religiosas cultuadas com a sabedoria de quem enxerga a oportunidade de preservar suas raízes ao mesmo tempo em que atrai as atenções de turistas e fiéis brasileiros.

Fundada pelos bandeirantes no século XVIII, aos pés da serra dos Pireneus, em Goiás, a cidadezinha de 13 mil habitantes lembra a histórica Tiradentes mineira, com seu casario colorido, seu calçamento de pedras de granito e sua igreja Matriz, a mais antiga de todo o Estado.

Pirenópolis parece ter parado no tempo, com suas serestas, concertos de chorinho e um teatro centenário, o Theatro de Pyrenopolis, que reabriu suas portas em 2000, após um criterioso trabalho de restauração. A atmosfera nostálgica do lugar impregna os visitantes, que não podem deixar de conferir a beleza das peças de museus como o das Cavalhadas, onde estão indumentárias usadas na Festa do Divino.

O artesanato merece a atenção do turista, por oferecer uma rica gama de opções: a prata é cunhada em joias e objetos utilitários, como punhais e cortadores de papéis. As máscaras traduzem a força expressiva das Cavalhadas em miniaturas de papel machê que são distribuídas aos visitantes em cafés da manhã especiais, como o que é oferecido na Fazenda Babilônia. Madeira, cerâmica e pedra-sabão também são moldados em lembranças pelas mãos dos moradores.

Com um bom guia, requisitado junto à Piretur, órgão responsável pelo turismo na cidade, é possível descobrir as belezas naturais da região, pródiga em cachoeiras como as chamadas Bonsucesso. As trilhas, às vezes íngremes, estão por toda parte, e podem levar a surpresas como o caminho percorrido pelos bandeirantes, este um trecho leve, uma hora a partir da estrada para a Serra dos Pireneus.

A Reserva Vargem Grande, o Santuário Vagafogo e o Mirante do Ventilador são opções de passeios mais demorados, que exibem a fauna e a flora do cerrado. São todos locais com infraestrutura para receber visitas durante o dia. 

A luta entre cristãos e mouros travada durante a Idade Média volta à cena. São as Cavalhadas, manifestação cultural que reúne cavaleiros da região ricamente vestidos em grupos de cores específicas: azul e vermelho.

Antes, a Praça da Matriz, apinhada de gente, era testemunha desse combate religioso. Hoje, a cena que se repete todos os anos, 50 dias depois da Semana Santa, desde 1826, foi transferida para o Campo das Cavalhadas, onde, durante três dias, o público se aloja em camarotes, palanques e arquibancadas criados para a ocasião.

De origem lusitana, a festa evoca a histórica batalha de Carlos Magno, coroado no século IX pelo Papa Leão II, e os muçulmanos que invadiram a Península Ibérica. Para encená-la moradores se mobilizam em uma maratona cujos preparativos acontecem durante quase todo o ano, para a confecção das roupas e adereços destinados a cavaleiros e animais de raça. Os ornamentos são requintados e incluem penachos com plumas, mantos de cetim, casacos bordados com pedras e adereços de couro e prata.

A força expressiva desse espetáculo pode ser avaliada pelo fato de duplicar o número de pessoas que circulam por Pirenópolis normalmente. Até a população rural, estimada em 9 mil, dobra nos dias da batalha, o que significa um alerta para quem quiser se hospedar na cidade durante o evento: é bom fazer reservas com antecedência, ou se destinar a Anápolis, a 54km de distância.

As memórias de João José de Oliveira

Após diversas mudanças de endereço, minhas coisas ficaram guardadas em caixas empilhadas. Esta semana, com mais folga de tempo, resolvei abrir algumas delas para ver o que tinha dentro. Foi então que encontrei uma preciosidade. Acondicionadas em um caixote de ferro, longe de qualquer fonte eletromagnética, estavam anos de gravações de entrevistas em velhas fitas cassete. São muitos os depoentes, mas a maior quantidade de material é do João José de Oliveira, cerca de dez horas, onde ele abre o livro da história goiana e se dedica a comentá-lo.

Morto com quase cem anos de idade (12.6.1907 - 19.05.2005), João José vivenciou o século XX como poucos e me doou boa parte de sua sabedoria. Fomos muito amigos e ele frequentou minha casa por anos. Eu tomava o cuidado de gravar seus assuntos intermináveis, pois sabia que um dia teriam valor. Isso foi há quase vinte anos atrás.

João José de Oliveira era muito popular em Pirenópolis por conta de sua lucidez e também inteligência. Nunca inventava nada. Se não sabia, não opinava. Quando ainda criança, ele vendia quitandas na rua e gostava de ouvir o que os antigos contavam. Com o tempo, criou um repertório histórico de dar inveja a muita gente.

Recentemente comprei um aparelho eletrônico que lê as fitas cassete e converte seu conteúdo em arquivo mp3. Aos poucos eu copio as fitas e gravo num pen drive que ouço no som do carro. Viajo com a voz forte e firme de João José na narrativa dos causos pirenopolinos. Na gravação de hoje ele me conduziu pela cidade na primeira metade do século XX e comentou sobre os moradores das casas daquele época. Cada história!

Minha intenção é digitalizar os depoimentos e transformá-los em livro. Algo simples, apenas o registro da oralidade, para servir de fonte de pesquisa para futuros historiadores e estudantes. Mas por enquanto eu me delicio com essas histórias sem igual.

Adriano Curado

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Seminário de cultura Hip Hop


Circuito das quitandas

Dentro do 5º Slow Filme, visita às casas de quitandeiras pirenopolinas para degustar as delícias por elas produzidas. (Dª Divina, Tim e Irma, Dª Milza). 

Foram apresentadas as quitandas: biscoito quebrador, mané pelado, queijadinha, peta, queijo-leite, manjar de fubá de arroz, pão pereira, biscoito de farinha de milho e biscoito de queijo.

Texto e fotos: Sérgio Pompêo de Pina Filho

sábado, 13 de setembro de 2014

A cidade rica

Você já ouviu aquela máxima de que chega um momento em que o dinheiro começa a trabalhar por si só? Creio que é verdade. A pessoa tem um capital de giro considerável e então pode investir nas propostas vantajosas que aparecem.

Menciono isso porque Pirenópolis se tornou uma cidade “rica” em atrativos turísticos. Já não se trata mais apenas de explorar cachoeiras e patrimônio arquitetônico, muito menos de vender artesanato em lojinhas ou repetir festas tradicionais. A coisa agora é bem maior. Nossa cidade é capaz de atrair eventos variados, que vão desde uma convenção de juízes federais, passam por eventos gastronômicos, musicais e chegam até festas de abrangência além das fronteiras nacionais, como é o caso do bem-sucedido Festival Internacional do Folclore e Artes Tradicionais.

Mas para que a continuidade dessa boa fase permaneça, o Poder Público tem que fazer o dever de casa. Eu vou citar apenas um exemplo já discutido aqui em várias oportunidades: cadê a prometida cadeia pública? Uso esse exemplo porque nossa casa foi furtada semana passada e possivelmente o ladrão se sentiu seguro ao entrar lá no meio da tarde, pois não há sequer um pequeno presídio na cidade.

Quem se lembra do nosso passado mais recente, da época em que começamos a lidar com o turismo (décadas de 1970 e 1980), sabe bem o quanto já evoluímos e prosperamos. Já vai longe o tempo dos acampamentos farofeiros nas margens do rio das Almas e dos fogareiros nos passeios públicos. Mas ainda há falta de saneamento básico, obras de revitalização por concluir e um sem-número de outros problemas de grande porte.

Se a fonte secar, morremos todos de sede. Então precisamos cuidar da nascente e assim garantir “água potável” suficiente para continuar o engrandecimento desta terra abençoada. Este site é uma tentativa de contribuição de melhorias. As críticas aqui postadas têm a finalidade de alertar para a resolução da problemática que se acumula e não sinaliza fim. Mas podemos fazer muito mais, podemos mudar nossa própria conduta e escrever capítulos ainda melhores da longa história meiapontense.

Adriano Curado

Na mídia


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Cinema e gastronomia

Está tudo pronto para a quinta edição do Slow Filme – Festival Internacional de Cinema, Alimentação e Cultura Local, que começa hoje e vai até o 14 desse mês, em Pirenópolis. Único em seu perfil no Brasil, Slow Filme quer reforçar o compromisso com a temática da sustentabilidade, da qualidade artística e do ineditismo com uma programação que vai mexer com todos os sentidos. Serão quatro dias de muito cinema, palestras, degustações e contatos com produtores que trabalham segundo os conceitos do respeito ao meio ambiente e à justiça social.
No total serão 16 filmes, dentre ficções, documentários e animações, de longa e curta metragem, em sua grande maioria inéditos no Brasil, exibidos ao longo de 10 sessões e acompanhados de conversas e palestras. Entrada franca.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Revisão do plano diretor de Pirenópolis é visto com desconfiança

Revisão do plano diretor de Pirenópolis é visto com desconfiança - Moradores do município temem que a proposta em discussão, que prevê a criação de setores habitacionais, comprometa os principais atrativos do município: a tranquilidade do interior e o patrimônio ambiental.

A revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial de Pirenópolis (PDOTP) será enviada à Câmara de Vereadores com desconfiança da população sobre o futuro da cidade goiana distante 150km de Brasília. Os moradores acreditam na importância da criação de regras de ocupação, mas defendem a manutenção das características que fazem da cidade um dos principais pontos turísticos da região. Para eles, falta esclarecer questões como o futuro das áreas verdes e os problemas atuais de crescimento desordenado. A última audiência pública para debater o assunto com a comunidade foi realizada em 3 de setembro. O documento ainda não tem data para ser enviado e apreciado pela Câmara.

Homenagem

Hoje o Rio de Janeiro amanheceu cinza, sem Sol, em um clima estranho... sonhei com a serenidade e poesia de Tia Ita durante a noite. Acordei com a ligação da minha mãe, Vera Adelaide, informando que ela havia falecido. Eita! Foi estranho, acho que chorar é o primeiro e caminho mais comum. Fiquei muito muito triste, chorei demais, tô me sentindo arrasado. Pensei muito na Telma, na Tania e na Rubinha... Que Deus conforte o coração de todas vocês e das famílias. Passada a dor e a tristeza inicial (elas vão e voltam, vão e voltam), já deu saudades e profundo agradecimento. Tenho certeza que ela vai estar bem, onde quer que esteja. Acho que Tia Ita é a alma mais nobre, sensível e evoluída que conheci. "Ó meu pai do céu, limpe tudo aí, vai chegar a rainha precisando dormir. Quando ela chegar, tu me faça um favor, dê um banto a ela, que ela me benze aonde eu for". Gabriel Borges

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Festa de Senhor do Bonfim

Prossegue até Domingo 14 de Setembro a tradicional Festa do Senhor do Bonfim na Igreja do Senhor do Bonfim, que desde 1754 celebra seu padroeiro.

Programa: 05 a 13 de Setembro
18:30 Novena
19:30 Santa Missa
Após a celebração eucarística Barraca da Família.

14 de Setembro - Exaltação da Santa Cruz
18:30 - Procissão em seguida Santa Missa.

HINO AO SENHOR DO BONFIM

Honra, glória, louvor sempiterno
A Jesus, a Jesus Redentor!
Deus de Deus, Luz de Luz, Verbo eterno
Cristo Rei, do Universo Senhor

Jesus Rei Deus verdadeiro
O teu Reino venha a nós;
Obedeça o mundo inteiro,
Ao poder de tua voz.

Fonte Secretaria Municipal de Cultura

5º SLOW FILME - Festival internacional de Cinema, Alimentação e Cultura

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

5º SLOW FILME - Festival internacional de Cinema, Alimentação e Cultura Local - 11 a 14 de Setembro de 2014.

QUINTA-FEIRA, 11.09
19h00 – Abertura oficial: exibição dos curtas-metragens: Baru – Castanha do Cerrado (6’18”) + Você sabe de onde vêm seus alimentos? (8’50) + Coragem é um dom (13’18”)+Maniocaçu ( 3’40)

SEXTA-FEIRA , 12.09
16h00 – The Chili Film – O sangue vermelho e verde do Novo México (26’) + Sessão Academia Barilla: Peperoni (18’)+Comabóborasefaztortelli (18’)
17h30 – O defumador de salmão (6’) + O ritual da comida (65’)
19h00 – Ouro Negro – Acorde e sinta o aroma do café (78’)
Sessão seguida de palestra da barista Isabela Raposeiras e degustação de cafés brasileiros.

Festival Internacional de Cinema, Alimentação e Cultura Local

Por quatro dias - de 11 a 14 de setembro (de quinta a domingo) -, Pirenópolis, principal destino de fim de semana dos brasilienses, tomará ares de Hollywood. A cidade goiana se torna mais uma vez sede do Festival Internacional de Cinema, Alimentação e Cultura Local, cuja principal atração será a quinta edição do Slow Filme.

Queijo, café, molho basco e um jantar preparado como se fosse ópera são os protagonistas das fitas a serem exibidas no Cine Pireneus. Lá estará em carne e osso o chef francês Bernard Charret, que vem ao Brasil pela primeira vez para conversar com o público sobre os queijos artesanais da França, após a exibição do documentário Esses queijos que assassinamos. Charret é proprietário do restaurante Les Chandelles Gourmandes, em Larçay, centro da França e trabalha somente com fornecedores que seguem a cartilha do movimento slow food, cuja máxima é bom, limpo e justo.

Novo point
Esta coluna, que acompanha a movimentação culinária de Pirenópolis desde o primeiro festival gastronômico realizado em 2004, traz hoje algumas sugestões que poderão ajudar o público do slow filme - cineastas, produtores, chefs, jornalistas e alunos de cinema e de gastronomia - a escolher onde comer. A começar pelo mais novo restaurante, o do chef Caio Henri, aberto há três meses na rua do Bonfim 66.

Nascido em Caxangá, favela de Recife, Caio Henri cozinha desde os três anos. Dono de “uma trajetória picotada”, no dizer do crítico Josimar Melo, o chef pernambucano de 45 anos passou pela Febem (SP) e depois por escolas culinárias, como o Senac em Águas de São Pedro. Trabalhou um ano na Europa cozinhando para executivos e, ao voltar, integrou a equipe do restaurante Carlota, de São Paulo.

Proposta Mediterrânea
Conheci o chef em Jaraguá (GO) depois de ter atuado na Casa Cor de Goiânia, cujo trabalho rendeu convite para chefiar as caçarolas do Palácio do Planalto na era Lula. Enquanto o presidente escolhia pratos fortes, como rabada com agrião, a então Ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pedia lanchinhos e sobremesas diet, lembra o cozinheiro.

De volta a São Paulo, Caio passou a comandar, na Vila Madalena, o Las Favas Contadas, que servia uma cozinha variada com toque mediterrâneo. É esta proposta que ele trouxe para o cerrado. Na porta do bistrô, instalado em uma das muitas casas antigas da rua, um quadro negro traz os pratos do enxuto menu.

Enrolado em folha de arroz e recheado de kani, hortelã, alface e cenoura, o rolinho vietnamita vem com dois molhos: limão, açúcar, gengibre e pimenta dedo-de-moça e namplá (molho de peixe) com especiarias e erva-doce por R$ 22.

Fonte site: