sábado, 24 de junho de 2017

Residencial Luciano Peixoto


Foi inaugurado o Residencial Luciano Peixoto, falecido pai da primeira dama, que já tem uma escola com seu nome mas mesmo assim é novamente homenageado. Foi inaugurado mas ninguém poderá lá morar ainda porque não tem água e nem energia elétrica no local. Coisas do Brasil. A obra demorou uma eternidade para ficar pronta e estão correndo com a entrega, que é apenas simbólica. São 149 casas localizadas em péssimo local e de acesso difícil. Pirenópolis merece mais.

Adriano Curado

terça-feira, 20 de junho de 2017

Reflexões urbanas


Eu até entendo que nada neste mundo é estático e que tudo está em constante processo de modificação. Nós mesmos mudamos o tempo todo. Não sou a mesma pessoa que começou este ano e certamente começarei o ano que vem (se vivo estiver) totalmente alterado. Mas em relação à minha cidade, gostaria que tudo transcorresse mais lentamente, que sobrasse tempo para nosso espírito saudosista se adaptar. 

Quando eu era criança brincava na Rua Nova de queimada com os meninos da vizinhança. Não passava quase carro nenhum e a brincadeira só era interrompida quando aparecia um doido na rua, e naquele tempo havia vários. Não eram doidos perigosos, eram incompreendidos. Hoje sabemos disso, mas naquelas priscas eras...

Dia de sábado havia um pequeno movimento de turista, mas nada que pudesse alterar a rotina pacata daqui ou nos fazer perder a essência de Meia Ponte.


Este ano, no feriado de Corpus Christis resolvi passear lá pela ala dos de fora e me surpreendi. Aqui na Praça Central não havia quase ninguém, um paradão gostoso, tranquilidade que experimentamos desde que o inconsequente Bar Central fechou suas portas e virou restaurante.

Mas, de volta aos turistas, havia tanta gente nos bares da parte da Rua do Rosário que se tornou Rua do Lazer, que faziam fila de espera para sentar. Isso mesmo, fila para sentar. E no antigamente deserto Beco do Amphilóphio, que algum político sem ter o que fazer transformou em Travessa Rui Barbosa, deparei com um engarrafamento de carros, enquanto o povo se espremia na tripa de calçada. Lugares iluminados, agitados, comércio vivo, gente que passeia e é feliz.

Voltei aqui para a Praça Central e novamente não havia quase ninguém. Um pequeno grupo em volta do Pit Dog e outro da Kombi corumbaense que vende um chope muito bom. Pensei: vou ficar por aqui mesmo. 

"Ó moço, dá cá um copo desse seu chope!"

Adriano Curado

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Apresentação de As Pastorinha parte dois

Segunda apresentação de Raquel Curado Fernandes no teatro de revista As Pastorinhas 2017.

Apresentação de As Pastorinhas


Marcela Curado Fernandes interpreta a primeira participação da personagem Cigana em As Pastorinhas, em junho de 2017.

Novo festeiro





E o Divino Espírito Santo está em novo altar na casa do Imperador do ano que vem. |Muita fartura para receber o povo que ali compareceu. E eu consigo tirar uma foto com um feixe de luz sobre o altar.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Falta de respeito

A Paróquia N S do Rosário está desafinada com seus fiéis. Foi muita falta de consideração passar o carro de som em cima do tapete. Falta de respeito com aqueles que passaram a noite trabalhando.



Corpus Christi


Parabéns às famílias que passaram a noite enfeitando a Rua Direita para a passagem da procissão de Corpus Christi. Um belo espetáculo de tapetes de flores com temas religiosos.












terça-feira, 6 de junho de 2017

O apagão

É um mistério o apagão no Campo das Cavalhadas ontem. Havia muitas pessoas no local e os holofotes não acenderam. Coincidentemente, dois adversários políticos se encontraram no local mais cedo e isso causou um certo mal estar. De qualquer forma, o apagão serviu de alerta para que a festa não fique a mercê de interesses políticos. As pessoas passam e as intituições ficam.

domingo, 4 de junho de 2017

Domingo do Divino

https://click.afiliados.uol.com.br/Clique?source=10&type=link&idtUrl=322453&affRedir=http%3A%2F%2Fwww.uolhost.com.br%2Flp%2Floja-virtual.html

sábado, 3 de junho de 2017

O Sábado do Divino


Chegou mais um Sábado do Divino. Tocou a Banda Fênix na lateral do poente da Igreja Matriz, tal qual é há mais de século. E o povo compareceu em peso, com efusivos vivas aos participantes desse teatro a céu aberto. Teve o Congo ensaiado pela Fabíola de Pina, as Pastorinhas da Séfora, a Congada da zona rural. 


De repente ouvem-se barulhos de guiso e polaco, ferraduras faíscam nas pedras desgastadas: são os mascarados, atores mais festivos e coloridos da grande festa.



O Imperador deste ano, advogado Luiz Carlos Cardoso, estava presente hoje, mas o cansaço está estampado em seu semblante. Na última semana o ritmo foi puxado. Hoje levantou antes das quatro para receber a alvorada.

E viva do Divino Espírito Santo!

Adriano Curado