quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Delegacia de Polícia tem nova titular


A Delegacia de Polícia de Pirenópolis tem nova titular. Trata-se da dra Carla de Bem Monteiro, que deixa o comando do Grupo  Especial de Repressão a Narcóticos (GENARC) e do Grupo Especial de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio (GEPATRI), em Anápolis, para trabalhar em nossa cidade. Para quem não sabe, a dra. Carla é conhecida no meio policial pela seriedade e rigor com que conduz as investigações. Depois de tanta notícia ruim no ano de 2017 sobre nossa segura pública (interdição de delegacia, ausência de presídio etc.), começamos o ano com as melhores expectativas possíveis.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

1º terço dos cavaleiros


A Festa do Divino Espírito Santo deste ano ainda está longe, é verdade, mas os cavaleiros das cavalhadas já rezaram seu primeiro terço. Foi na casa do Imperador.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

MEXENDO COM OS MEUS GUARDADOS


O meu primo, o Delegado Rodrigo Luiz Jayme, me enviou hoje um significativo presente: estas fotos do meu pai, Agnaldo d’Abadia Jayme. Reconheço que o meu pai, morto prematuramente aos 41 anos, me fez muita falta. Ele faleceu em decorrência de um Infarto Agudo Miocárdio - IAM. Confesso que eu era muito ligado ao meu pai. Receber as suas fotos me fez pensar que ele realmente me fez muita falta!!!...

Receber as fotografias dele me levaram a fazer uma reflexão sobre a minha própria vida! Eu só tinha 11 anos quando do seu falecimento. Imaginem só os problemas de um órfão de pai ainda menino. Você precisa do pai como apoio material, como também no sentido da segurança pessoal! Inclusive, você precisa se tornar muito forte e bom de briga para não ser vitima “bullying” na escola. No primeiro ano sem ele, encarei 11 brigas em um ano na escola, ou seja, tive muito “treinamento” prático.

Aos 15 anos, comecei a dar aulas particulares, especialmente nas férias, para ganhar algum dinheiro extra por conta própria. Aos 18 anos, quando me preparava para o vestibular de Medicina, me tornei professor de Português, em uma escola de supletivo (antigo Madureza), em Goiânia. A minha mãe era uma professora dedicada e sempre me ajudou naquilo fosse possível. No entanto, os professores naquela época tinham uma remuneração muito baixa e minha mãe era uma jovem viúva, mãe de quatro filhos. Dessa forma, a opção era me tornar independente economicamente!

Foi ainda como professor que pude me manter na faculdade de medicina na UnB. Como estudante na Universidade de Brasília, me casei aos 20 anos e me tornei pai aos 21 anos. Quando me formei em Medicina já tinha duas filhas! Continuei, assim, a minha sina de órfão de pai, morto prematuramente. Estas reflexões todas me vieram à cabeça ao receber estas fotos de presente do primo Rodrigo Jayme.

No primeiro ano de Faculdade, já iniciamos a nossa participação nas lutas estudantis: luta por moradia, luta pelo direito escolher o curso que queríamos realizar, luta pela democracia e contra a Ditadura. Na primeira eleição, fui eleito vice-presidente do Centro Acadêmico do ICB - Instituto de Ciências Biológico. A Presidência da Federação dos Estudantes da Universidade de Brasília (FEUB) era exercida pelo meu amigo Honestino Guimarães.

Eu havia conhecido Honestino Guimarães antes de entrar para a Universidade. Honestino era vizinho de uns primos meus na Asa Norte em Brasília. Ele veio, em 1967, participar da Festa do Divino. Na oportunidade, trouxe consigo alguns estudantes da Universidade de Brasília e eles ficaram hospedado em minha casa. Pouco menos de um ano depois, em 1968, eu me tornei aluno da UnB, passando no vestibular para Medicina. Mas isto é outra história!!!...

Como se pode perceber, primo Rodrigo, este seu presente foi muito importante para mim. As fotos mexeram com os meus “guardados” e me fizeram voltar ao passado. Ficou evidente para mim quanta falta me fez a presença do meu pai em minha vida. Felizmente, consegui superar as dificuldades e chegar a onde cheguei. Felizmente, meu filho e minhas filhas puderam contar com o nosso apoio ao longo de sua vida e hoje já oferecem seu apoio aos seus descendentes.

Contar esta história me fez lembrar do “I-Juca Pirama”, um poema épico de Goncalves Dias. Em sua última estrofe, encontramos:
“Assim o Timbira, coberto de glória, 
Guardava a memória 
Do moço guerreiro, do velho Tupi. 
E à noite nas tabas, se alguém duvidava 
Do que ele contava, 
Tornava prudente: "Meninos, eu vi!".

Fausto Jaime



O ano de 2018


Esperamos que este ano de 2018 seja espetacular para a nossa Pirenópolis. Grandes são os desafios que vêm aí pela frente. Basta ver que no réveillon teve de tudo, de engarrafamento no trânsito a gente acampada em área pública. Mas com um pouco de planejamento e boa vontade é possível reverter isso. É cada vez maior o número de turistas que procuram nossa cidade e precisamos recebê-los bem.

Então, feliz ano novo!